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Municipal |
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Utilização do
Polidesportivo para grupos de jovens até 18
anos:
Dias da semana até ás 18h -
gratuito
Após as 18h, fins de semana e feriados- 30€
Utilização do
Polidesportivo para grupos de jovens maiores 18
anos:
Dias da semana até ás 18h - 20€
após as 18h, fins de semana e feriados-
45€
Utlilização dos Campos de
ténis para jovens até 18 anos:
Dias da
semana até ás 18h:
dois jogadores - 2€
três a quatro jogadores- 3€
após as
18h, fins de semana e feriados
dois jogadores - 2,5€
três a quatro jogadores- 3€
Utilização dos Campos de
ténis para jovens maiores 18
anos:
Dias da
semana até ás 18h:
dois jogadores - 3€
três a quatro jogadores- 4€
após as
18h, fins de semana e feriados
dois jogadores - 5€
três a quatro jogadores- 6€
Utilização do campo de
basquetebol:
sempre
gratuito |
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                       1º
Jogo - Santo Tirso x Póvoa do Varzim
11 Inicial - 
Zé , Dani , Rodrigo , Nuno, Cristiano
, Márcio, Artur, Thiago, Michel, Alcino e
André
Resultado
: 1 - 1 nos 90
minutos, ( 8 - 7 ) após grandes
penalidades.
Clima :
33 graus, 30 depois do
martini
O jogo teve lugar em Macieira da Maia, um calor
abrasador e duas equipas confiantes nas suas capacidades. A Póvoa começou
desde cedo a tentar impôr o seu ritmo e obrigando Santo Tirso
a correr
mais por causa da boa circulaçã
o de bola que os poveiros demonstravam, por sua vez, Santo Tirso
utilizava um futebol mais directo quer pelas linhas, quer pelo meio,
utilizando para isso a rapidez dos jogadores mais avançados. Foi através
de uma jogada de insistência que Alcino fez o gosto ao pé, foge da
esquerda para direita e faz um remate cruzado. Este era o resultado ao
intervalo.
Na
2ª parte, com 7 substituições feitas ao intervalo, os Tirsenses acusaram
todas essas mexidas de uma só vez, a Póvoa cresceu e chegou ao empate
num lance claramente precedido de falta. Como se não bastasse o
recém-entrado Sampaio, já cansado e cheio de sede, era expulso.
Quando já se pensava que o mais certo era depois discutir-mos o 3º e 4º
lugar, a equipa Tirsense, fruto de uma grande entre-ajuda, manteve a calma
e o resultado perante a pressão Poveira.
Nos
Penaltis, o 1º a falhar foi o Rodrigo, pensou que a bola era
uma prenda de natal e ofereceu-a ao guarda-redes adversário. A
seguir falha um jogador da Póvoa, mas não sem que César nos pregue um
susto, a bola vai ao poste e eis que César com toda a tranquilidade tenta
mete-la lá dentro, ainda bem que César tropeça e a luva consegue manter a
bola fora da linha de golo.
Momentos depois este mesmo guarda-redes, zangado com
as luvas, atira-as para longe, resultado, golo da Póvoa. Enquanto isso os
nossos iam fuzilando as redes adversárias. César volta a calçar as luvas,
e bem ao seu estilo atira-se para o lado direito da baliza, nessa mesma
altura dá-se a invasão de campo, CÉSAR TINHA DEFENDIDO UM PÉNALTI QUE
NOS GARANTIA A
FINAL.
2º
Jogo - Trofa x Santo Tirso
11
Inicial - César,
Dani, Rodrigo, Nuno, Carlos, Márcio, Artur, Thiago, Michel, Alcino e
André
Resultado
: 5
- 1
Clima :
31
graus, não houve mais martini, só água.
Jogo
realizado no sintético do Rio Ave. Não sabíamos exactamente o que esperar
da Trofa, vinha de uma vitória sobre a equipa anfitreã por 1 - 0. A única
coisa que sabíamos era que se perdesse-mos contra a Trofa nunca mais
poderia-mos regressar a casa nem haveria jantar no ponto final.
Foi assim que para evitar a humilhação, decidiu-se golear a Trofa, o
plano era simples, vou explicar como aconteceu.
O
jogo começou praticamente com a Trofa a enviar uma bola à trave, logo de
seguida César escorrega e faz uma excelente defesa, mas após esses 5
minutos Santo Tirso equilibrou e começou a aplicar o seu futebol, a
1ª parte terminaria mesmo com um ascendente de Santo Tirso sobre a
Trofa.
A grande mudança na equipa aconteceu
quando Artur depois de ver que tinha andado a jogar com uma bota
rota, troca as ditas cujas, depois disso, o efeito nefasto que Artur levou
para o campo obrigou toda a gente a fugir dele,
a primeira mostra de desagrado foi dada pelo thiago, quando desatou a
correr para lhe fugir apanhou a bola chutando-a e marcando um golo que
abria as portas à goleada. O 2º golo foi através de livre, que foi bem
executado por Dani. O 3º Golo foi autoria do Alcino, nessa altura percebi
que tanto ele como o
André ainda estavam em jogo, tal era a velocidade que eu só os via quando
o árbitro apitava obrigando-os a muitas vezes fazerem travagens bruscas e
perigosas. O 4º golo nasce do grande poder de antecipação do jogador da
Trofa, o homem estava irritado porque tinha acabado de entrar e decidiu
marcar um grande golo na própria baliza. O golo trofense nasce de uma
perfeita jogada de entendimento entre o Nuno e o Zé, tamanha perfeição
culminou com o golo Trofense. Como vingança pelo golo sofrido, Tulha decide
subir no terreno e acabar com a incerteza no resultado.
Melhor
marcador - Alcino,
2 golos |
|
César
- Homem
do penalti, sempre o recordaremos como o redes que se zangou com as luvas.
Tranquilidade é o que recomenda.
Zé
- Fez
2 ou 3 boas defesas, nos jogos também. Pacato, sem stress. Gosta durante o
jogo de brincar com os centrais.
Rodrigo
- O capitão - Falta-lhe
uns óculos, passou os jogos a queixar-se dos gémeos, mas na verdade não vi
gémeos nenhuns a dar-lhe pau na equipa da Póvoa nem na da Trofa. De resto
tudo controlado, vira este, vira aquele.
Nuno
- É
acima de tudo amigo da Trofa, gosta de brincar com o Zé. Sabe-se que com
ele bolas pelo ar não chegam ao chão.
Dani - Diz
que joga onde lhe mandam, não sei o que isso quer dizer, mas também não
vou perguntar. Marcou 2 livres, falhou um, o outro não.
André - Se
isto fosse corta-mato ainda se entendia, não há condições. Quando o
árbitro apitava ele vinha sempre à linha abastecer o depósito. Não sei se
era água............ mais para o fim conseguia correr mais que a bola.
Devia ser ao contrário não???
Márcio - O
esforço, o suor, o drama....... sempre que ia a correr atrás de alguem.
Travou um duelo com o Pinto para ver quem virava mais adversários, venceu
o duelo. Notava-se a tristeza na sua face quando falhava um viranço que
era de caras. Lutou muito.
Pinto - Perdeu
no duelo com o Márcio, na sua última tentativa de viradela consegiu
lesionar-se. Pena que não se lesionou na lingua. É a pessoa indicada para
levantar a moral ao povo. Marcou um pénalti que deixou toda a gente a
tremer com tamanha violência. Lembrar numa próxima oportunidade de trazer
fita adesiva.
Hugo - Batalhador,
cumpriu o dever de deixar passar apenas uma coisa de cada vez não fosse o
Nuno querer brincar com ele tambem.
Sampaio
- Entrou
no 1º jogo e logo o árbitro lhe pediu que fosse mostrar a sua classe para
outras paragens, Sampaio recusa educadamente, o árbitro explica-lhe que se
não fosse de fininho obrigaria todos os jogadores de Santo Tirso a
fazer 20 flexões e 20 abdominais, Sampaio perante o já visivel desespero
dos colegas decide abandonar o terreno de jogo, tornando-se um
herói.
Cristiano - Calmo,
quando tem a bola não sabe se há-de passar ou correr um bocadinho com ela.
Passar deve ser mais seguro, desde que seja passe curto. Joga fácil, não
complica...... muito.
Artur - Joga de
pernas cruzadas, depois vão perceber porquê. Fininhas não é com ele, tem
medo que lhe aconteça como ao Pinto, dá uma fininha e parte-se todo. O
cheiro a cholé era nefasto depois da troca das botas. Obrigou a que se
mata-se rapidamente o jogo para que pude-se ir lavar os pés. Foi
batalhador, nunca desistiu. Se tava à espera da medalha.... azar, não
houve.
Michel - Foi
o elemento que mais enganou os adversários, não deu hipótese sempre
que alguém pensou em andar por aquela zona do terreno, finta-se bem a ele
próprio, é o mal da bola ser redonda. Quem pensou que ele não
aguentava o ritmo foi só mesmo o adversário, até ficaram
tolos.
Ricardo - Que
grande surpresa este jovem cheio de pedal, vindo directamente de Guimarães
num ovo Kinder, foi desembrulhado e entregue à bicharada. Deu-se bem e deu
que fazer a quem tinha de correr atrás dele. No fim fez a festa e foi
recambiado desta vez numa arca figorifica para não
derreter.
Thiago -
No 1º jogo não teve grandes hipóteses para brilhar, ele vindo de um país
nórdico, não está habituado ao calor que por vezes aparece no nosso país.
Mas uma vez que de tarde lá ficou mais fresco, decidiu dar um ar da sua
graça, muito por culpa do Artur como já expliquei. Para além do excelente
golo, ele deu o mote para que toda a equipa acorda-se. Fez uma boa final e
não derreteu.
Carlos - Foi
jogando, foi defendendo, não comprometeu é capaz de ter dado uma fininha
aqui e ali para apalpar terreno.
Alcino - Com ele não há bolas perdidas. Nem
parece ser complicado jogar de mota porque marcou 2 golos e foi o
artilheiro mor do torneio. De cada vez que ele corria eu ficava
exausto, foi substítuido porque estavam todos fartinhos de o ver correr.
Era manda-lo a correr até
casa.
Tulha - Ó Mister, era pra meter o pé?!? Podia ter avisado mais cedo.
Mas vá lá que meteu o pé na horinha certa e marcou o golo que ditou a
derrota da Trofa, porque até aí o resultado era
incerto.
Ajudou a defender e a atacar.
Mr. Miranda - Recebeu
mais críticas que incentivos, e agora tá-se a rir.
Brilhou com as suas havaianas, gostou quando foi atirado ao
ar pois sentiu finalmente uma brisa mais fresca, coisa que ainda não tinha
acontecido durante todo o dia. Tremeu quando viu o Pinto a correr para
marcar o pénalti, já antes tinha tremido quando o Sampaio ia pôr toda a
gente a encher.
Sr. Teixeira - Todos os fiscais de linha o mandaram calar, mas era
impossível. O homem pediu-me um martini no decorrer do 1º jogo, mas
eu tal e qual um Judas disse-lhe, "eu já mamei um, bebe água", esta minha
frase deve ter funcionado como que um catalizador porque o homem a partir
daí andou possesso com os fiscais de
linha.
Sr. Moreira - Também conhecido como o "bolas", afinal sem as bolas dele
ninguem jogava. Todos queriam jogar com as suas bolas, menos os que
estavam de fora é claro. As suas bolas foram impotantíssimas para que
vencesse-mos o torneio, pois mais ninguém as tinha. Muitos foram os
jogadores que usaram e abusaram das suas bolas para marcar
golos.
Sr. Barbosa - O
homem sente a camisola, disso não há dúvida, é uma alegria ver o seu
intusiasmo para com o futebol. Pena foi que não houve-se medalhas,
ele merecia pelo susto que me pregou no 1-0, no 2-0, no 3-0, no 4-0, no
4-1 porque o Nuno esteve em grande e finalmente no
5-1. |